WOMEN UNDER INFLUENCE


ANA QUINTANS 
| SOPRANO

FILIPE RAPOSO 
| PIANO

WOMEN UNDER INFLUENCE

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15 DE SETEMBRO 2019 – 18H00

PALÁCIO DE QUELUZ

O recital da mais relevante e internacional cantora portuguesa da atualidade, Ana Quintans, será um exemplo do cruzamento de canções renascentistas com as mais contemporâneas versões de repertório urbano do século XX, em arranjos do compositor-pianista Filipe Raposo.

Celebrada internacionalmente pelo seu trabalho no repertório barroco e mozartiano, Ana Quintans aceitou o desafio do Festival de Sintra para conceber um programa inesperado e insólito: um cruzamento de estilos e de épocas, que a confrontará nas suas alteridades artísticas e nos levará a uma viajem pelo mundo íntimo do songbook feminino.

… Ana Quintans, a grande estrela portuguesa do canto barroco. Tudo nela é perfeito (...) como se a música fosse uma extensão do corpo!
Expresso

And although her vamping sex-kitten characterisation seems superficial, Ana Quintans delivers perhaps the most polished and enjoyable singing of the evening as Amore
The Times

Ana Quintans est une éblouissante Belinda, aux aigus limpides et à l'aisance vocale indéniable
Opéra Magazine

Ana Quintans, making her Scottish Opera debut sounded as glam as her A-line costume. Her singing was consistent throughout the evening and consistently fabulous
Opera Britannia

Ana Quintans who plays Despina was definitely the star of the show
Sussex Express

Merveilleuse Ana Quintans, le plus joli timbre du plateau
Altamusica.com

Quintans afirma-se aqui como uma estrela maior. A ópera roda em seu torno, e a sua presença é tão intensa que consegue preencher sozinha, durante minutos, um palco enorme literalmente vazio. (…) A inteligência artística, o talento de atriz e a graciosidade corporal, perfazem as qualidades que a tornaram na intérprete ideal de Alceste
Público

ANA QUINTANS | SOPRANO

FILIPE RAPOSO | PIANO

PROGRAMA
  1. “Je voudrais en savoir davantage” Paul Misraki (1908-1998) 
  2. “Sans frayer dans ce bois” Marc-Antoine Charpentier (1643-1704) 
  3. “Oft she visits” Henry Purcell (1659-1695) 
  4. “Che si può fare?” Barbara Strozzi (1619-1677) 
  5. “Dis, quand reviendras-tu?” Barbara (1930-1997) 
  6. “When i have often heard young maids complaining” Henry Purcell (1659-1695) 
  7. “I feel pretty” Leonard Bernstein (1918-1990) 
  8. “Speak low” Kurt Weill (1900-1950)
  9. “A charm” Benjamin Britten (1913-1976) 
  10. “Hor ch’è tempo di dormire” Tarquinio Merula (1595-1665)
  11. “La mort m’apparaît souriante” Jacques Offenbach (1819-1880)
  12. “Verginella io morir vò” Francesco Cavalli (1602-1676) 
  13. “Mi fa rider la speranza” Barbara Strozzi (1619-1677) 
  14. “Folle è ben che si crede” Tarquinio Merula (1595-1665)
  15. “Je ne t’aime pas” Kurt Weill (1900-1950) 
  16. “Vos mépris chaque jour” Michel Lambert (1610-1696)
  17. “What’ll I do” Irving Berlin (1888-1989) 
  18. “Send in the Clowns” Stephen Sondheim (1930)
  19. “There’s not a swain” Henry Purcell (1659-1695) 
  20. “La menteuse” Michel Legrand (1932-2019)
  21. “Je suis grise” Jacques Offenbach (1819-1880) 

ANA QUINTANS

Ana Quintans é licenciada em Escultura e estudou Canto na Escola de Música do Conservatório Nacional, em Lisboa, e no Flanders Operastudio, em Gent, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian.

Iniciou-se profissionalmente em 2005 com a música de Monteverdi, tendo vindo a dedicar a maior parte do seu trabalho à música dos sécs. XVII e XVIII, em colaboração com maestros como W. Christie, M. Minkowski, R. Pichon, A. Curtis, V. Dumestre, A. Florio, M. Magalhães, L. Cummings, L. G. Alarcón, E. Onofri, ou I. Bolton. Destacam-se apresentações em prestigiados palcos nacionais e internacionais: Opéra Comique, Théâtre des Champs-Élysées, Festival d’Aix-en-Provence, Festival de Glyndebourne, Concertgebouw de Amesterdão, Ópera de Lyon, Ópera de Rouen, Bayerische Staatsoper (Munique), Teatro Nacional de São Carlos, Alten Oper Frankfurt, Teatro Real de Madrid, Scottish Opera, Victoria Hall (Genebra); Bozar (Bruxelas), Fundação Gulbenkian, Centro Cultural de Belém, Casa da Música, Carnegie Hall (Nova Iorque), La Folle Journée (Japão); Helsinki Music Centre, Maggio Musicale (Florença), Festival de Viena, Festival de Edimburgo e Mozarteum de Salzburgo. Participou em várias gravações discográficas, incluindo: árias de Albinoni, com Marcello Di Lisa e a orquestra Concerto de’ Cavalieri; La Spinalba, Il Trionfo d’Amore (F. A. de Almeida) e As Sementes do fado, com Os Músicos do Tejo; Round Time, de Luís Tinoco, com D. A. Miller e a Orquestra Gulbenkian; Requiem de Fauré, com a Sinfonia Varsovia e Michel Corboz.