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Recital de Piano
Piotr Anderszewski

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16 DE JUNHO 2021 - 21H00

PALÁCIO NACIONAL DE QUELUZ




O aclamado artista que escolheu Lisboa como uma das suas ‘casas’ dá continuidade à tradição pianística de excelência do Festival de Sintra com um recital a solo. No programa, apenas um compositor, apenas uma obra: Johann Sebastian Bach e o magistral 2.º Livro do ‘Cravo bem temperado’.

PROGRAMA 

Johann Sebastian Bach (1685-1750)

(Das) Wohltemperierte Klavier

(O) Cravo Bem-Temperado, Livro II, BWV870-893

Prelúdio e Fuga nº 1 em dó maior BWV 870

Prelúdio e Fuga nº 17 em la bemol maior BWV 886

Prelúdio e Fuga nº 8 em ré sustenido menor BWV 877

Prelúdio e Fuga nº 11 em fá maior BWV 880

Prelúdio e Fuga nº 22 em si bemol menor BWV 891

Prelúdio e Fuga nº 7 em mim bemol maior BWV 876

Prelúdio e Fuga nº 16 em sol menor BWV 885

Prelúdio e Fuga nº 9 em mim maior BWV 878

Prelúdio e Fuga nº 18  em sol sustenido menor BWV 887

Piotr Anderszewski, piano

Piotr Anderszewski estudou na Academia Chopin de Varsóvia e nos Conservatórios de Estrasburgo e de Lyon. Apresenta-se com regularidade em recital, em prestigiadas salas como o Konzerthaus de Viena, a Philharmonie de Berlim, o Wigmore Hall de Londres, o Carnegie Hall de Nova Iorque, o Théâtre des Champs-Élysées de Paris ou o Concertgebouw de Amesterdão. Como solista de concerto, colaborou com muitas das principais orquestras mundiais, apresentando-se também com frequência na dupla função de solista e diretor de orquestra, nomeadamente com a Orquestra de Câmara Escocesa, a Orquestra de Câmara da Europa e a Camerata Salzburg.
Em residência na Gulbenkian Música 18/19, Piotr Anderszewski atua pela terceira vez na presente temporada. Outros compromissos incluem colaborações com a Philharmonia Orchestra, a Sinfónica de Londres, a Orquestra do Gewandhaus de Leipzig e a Sinfónica Yomiuri Nippon. Para além da Fundação Calouste Gulbenkian, os seus recitais na Europa incluem a Philharmonie de Berlim, o Festival de Música de Lucerna, o Konzerthaus de Viena e a Herkulessaal de Munique. Realizará também uma digressão nos Estados Unidos da América e uma digressão europeia com o Quarteto Belcea.
Destacado pela intensidade e originalidade das suas interpretações, Anderszewski recebeu várias distinções, incluindo o Prémio Gilmore, o Prémio Szymanowski e o prémio da Royal Philharmonic Society. As suas gravações para a Warner Classics/Erato receberam também vários prémios, incluindo o Prémio Gramophone, o ECHO Classic, “Disco do Ano” da BBC Music Magazine, além de nomeações para os Grammy.
Piotr Anderszewski é a figura central em dois documentários de Bruno Monsaingeon: em Piotr Anderszewski plays the Diabelli Variations (2001) o pianista apresenta a sua relação particular com as Variações Diabelli de Beethoven; Unquiet Traveller (2008) é um invulgar retrato de Anderszewski, capturando as reflexões do pianista sobre a música, a interpretação e as suas raízes polacas e húngaras. Em 2016 o próprio Anderszewski ocupou o lugar atrás da câmara para explorar a sua relação com Varsóvia, num filme intitulado Je m’appelle Varsovie.