CONCERTO DE ENCERRAMENTO

ORQUESTRA CHINESA DE MACAU


LIU SHA | MAESTRO

Obras de Luo Ziyi | Zhu Lin | Kuan Nai-chung | Wang Danhong | Zhao Cong | Yin Tianhu | kuan Nai-chung

ORQUESTRA CHINESA DE MACAU

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1 DE OUTUBRO 2019 – 21H30

CENTRO CULTURAL OLGA CADAVAL

Concerto comemorativo do 40.º aniversário das relações diplomáticas entre Portugal e China e o 20.º aniversário da transferência de Macau para administração chinesa.

Música clássica chinesa com influência da música tradicional da China, com recurso a instrumentos tradicionais incluídos na orquestra sinfónica ocidental.

LIU SHA | MAESTRO

ORQUESTRA CHINESA DE MACAU


Obras de Luo Ziyi | Zhu Lin | Kuan Nai-chung | Wang Danhong | Zhao Cong | Yin Tianhu | kuan Nai-chung

LIU SHA

Liu Sha é maestro de Primeira Classe a nível nacional e atualmente diretor musical e maestro principal da Orquestra Chinesa de Macau, maestro Residente da Orquestra Tradicional Nacional da China (CNTO) e da Orquestra Chinesa do Conservatório Central, maestro convidado da Orquestra Chinesa de Xangai, diretor artístico e maestro principal da Orquestra Sinfónica da Província de Jilin e vice-presidente da Associação de Artistas e de Músicos Chino-Russos.

Formou-se no Conservatório Central de Música, onde estudou direção de orquestra e mais tarde foi para o Conservatório N.A. Rimsky-Korsakov de São Petersburgo para aprofundar os seus conhecimentos. Completou o programa com distinção e recebeu um diploma em direção de Ópera e Orquestra Sinfónica. Também foi aluno dos Professores Xu Xin, Wang Fujian e Alexander Polishchuk e frequentou aulas ministradas por maestros famosos como Seiji Ozawa, Mstislav Rostropovich, Jorma Panula, Colin Metters and Gustav Meier.

Reconhecido maestro em vários géneros de música e perito em música chinesa e ocidental nos últimos anos, Liu tem fácil domínio sobre a música sinfónica ocidental e música orquestral chinesa. No início, o seu forte era a música da Rússia e da Europa Oriental e expandiu extraordinariamente o seu repertório de concertos incluindo a música ocidental do século XX e obras contemporâneas chinesas. Ultimamente, explorou ativamente novas formas de criação de conjuntos de música chinesa e de preparação de maestros profissionais em música orquestral chinesa. Executou várias obras em leitura à primeira vista e estreou quase mil obras no género. Além disso, Liu é um visionário que tem defendido, encomendado e executado novas obras de jovens compositores. O seu desempenho tornou-o o centro das atenções dos círculos musicais da China e da Ásia. Os meios de comunicação apelidaram-no de figura ilustre e líder entre a geração mais jovem de maestros da música chinesa.

Foi o maestro mais jovem a ser nomeado um dos dez principais maestros da China em música orquestral chinesa, no 5.º Fórum de Música Chinesa em 2016. Em agosto do mesmo ano, foi capa da People’s Music. Liu publicou muitos artigos e críticas musicais com conteúdos que mostram as suas amplas e variadas experiências empíricas, bem como conhecimento de estudos pedagógicos. Atualmente é professor convidado de vários institutos de artes na China.

ORQUESTRA CHINESA DE MACAU

A Orquestra Chinesa de Macau (OCHM), fundada em 1987, é uma orquestra  profissional atualmente sob os auspícios do Instituto Cultural da R.A.E. de Macau. A OCHM tem insistido na filosofia de “explorar as raízes de Macau, atuar a nível internacional, integrar o legado da China e do Ocidente e difundir a cultura”, apresentando a arte da música chinesa em sintonia com o espírito do tempo. Localmente, a OCHM serve o grande público e, no estrangeiro eleva a imagem de Macau.

A OCHM incrementa as suas relações com a comunidade, associações e escolas,  concentrando-se em atividades como a promoção da educação artística, a disseminação das artes através da música e a promoção da solidariedade; participando em grandes eventos, como o Festival Internacional de Música de Macau, o Festival de Artes de Macau e as Comemorações da Transferência da Administração de Macau para a China; suportando a sociedade de base popular, formando os músicos juvenis e impulsionando o desenvolvimento da música chinesa de Macau. Mais ainda, a OCHM esforça-se por levar a representação performativa da música aos sítios do Património Mundial de Macau e a todos os cantos da cidade, enriquecendo a vivência cultural dos cidadãos, ativando os genes cultural e artístico da comunidade.

a OCHM tem atuado as digressões a Portugal, Bélgica, Índia, Goa, Singapura e Reino de Bahrein; bem como Pequim, Xangai, Tianjin, Chongqing, Taipei, Hong Kong, Shenzhen, Zhuhai, Wuhan, Xi’an, Nanquim, Hangzhou, Fuzhou, Cantão, Xiamen, Quanzhou, Putian e Zhongshan. Através da fusão dos elementos chineses e ocidentais e da vitalidade da arte da música chinesa na época, promovendo a cooperação e o intercâmbio, divulgando a imagem de Macau quanto à fusão das culturas chinesa e ocidental, o que tem sido louvado publicamente.

Colaboraram ainda com a orquestra maestros famosos tais como Wong Kin Wai, Pang Ka Pang ,Wang Zhengping, He Zhanhao, Gu Limin, Gu Guanren, Wang Fujian, Huang Xiaofei, Wang Yongji, Hu Bingxu, Yan Huichang, Kuan Nai Chung, Piao Dongsheng, Bian Zushan, Liu Wenjin, Chen Xieyang, Zhang Lie, Chen Ning Chi, Hong Xia, Liu Sha e Tsung Yeh, etc.

Colaboraram com a OCHM instrumentistas e cantores famosos, tais como Shi Sucheng, Min Huifen, Liu Dehai, Rão Kyao, Jiang Kemei, Song Fei, Dai Ya, Chen Zuohui, Tang Junqiao, Zhao Jiazhen, Guo Fengnu, Frances Yip, Yu Hongmei, Paula Tsui, Yu Kuizhi, Adam Cheng, Jenny Tseng, Li Chuanyun, Yin Chengzong, Carlos do Carmo, George Lam, Wu Yuxia, Zhao Cong e Yang Xuefei, entre outros.

O repertório da OCHM, para além da música tradicional chinesa, a OCHM dedica-se, em particular, à apresentação de obras encomendadas originais, elegantes e únicas, com elementos culturais locais e fusão das culturas chinesa e ocidental: Suite “História de Amor numa Cidade Pequena”, de Kuan Nai Chung, “Impressões de Macau”, de Zhao Jiping, “Poemas de Macau”, de Tang Jianping, “Capricho Macau”, de Wang Danhong. As obras acima referidas representam a vitalidade da cultura humana em Macau, as quais, além de ser reservada pela OCHM, algumas são ainda gravadas em CD.