Os palcos do Festival


Conheça os espaços onde decorrerão os concertos do Festival de Sintra,
entre Palácios, Igrejas e Auditórios

ESPAÇOS

PALÁCIO NACIONAL DE SINTRA

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O Palácio Nacional de Sintra, também conhecido como Palácio da Vila, foi um dos palácios utilizados pela Família Real Portuguesa praticamente até ao final da Monarquia, em 1910.

De implantação urbana, a sua construção iniciou-se no século XV, com traço de autor desconhecido.

Apresenta características de arquitetura medieval, gótica, manuelina, renascentista e romântica. É considerado um exemplo de arquitetura orgânica, de conjunto de corpos aparentemente separados, mas que fazem parte de um todo articulado entre si, através de pátios, escadas, corredores e galerias. Possui o maior conjunto de azulejos mudéjares do país.

É dominado por duas grandes chaminés geminadas que coroam a cozinha e constituem o "ex-libris" de Sintra.

PALÁCIO NACIONAL DE QUELUZ

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Residência real de duas gerações de monarcas situada a cerca de 15 minutos de Lisboa, ao Palácio Nacional de Queluz estão intimamente ligadas importantes figuras da história de Portugal.

Constitui um conjunto patrimonial de referência na arquitetura e no paisagismo portugueses e contém um importante acervo que reflete o gosto da corte nos séculos XVIII e XIX, percorrendo o Barroco, o Rocaille e o Neoclássico.

A sobriedade das fachadas exteriores do palácio contrasta surpreendentemente com as fachadas de aparato, voltadas para o interior, prolongadas por delicados parterres de broderie em buxo num enquadramento de dezasseis hectares de jardins. Os jardins desenvolvem-se ao longo de grandes eixos animados por jogos de água e pontuados por estatuária inspirada na mitologia clássica. No interior destacam-se grandes salas de aparato, tais como a Sala do Trono, a Sala da Música e a Sala dos Embaixadores, os aposentos reais e a capela.

CENTRO CULTURAL OLGA CADAVAL

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Construído em 1945 sob projeto do arquiteto Manuel Joaquim Norte Júnior, o então Cine-Teatro Carlos Manuel foi, durante muitos anos, o único cinema de Sintra. Durante cerca de 40 anos fez parte do quotidiano da vida social e cultural Sintrense, encontrando-se fortemente enraizado na memória coletiva do município.

Ao incêndio que, em 1985, destruiu grande parte do edifício, seguiram-se alguns anos de abandono durante os quais eventos culturais temporários utilizam parcialmente os espaços ainda disponíveis.

Reconhecendo não só o valor e representatividade do edifício, como a necessidade de uma nova sala de cinema e espetáculos para a vila de Sintra que pudesse abrigar, entre outros, eventos do já prestigiado Festival de Sintra, a Câmara Municipal decidiu adquirir o imóvel – o que se concretizou em 1987 – e promover a sua reconversão e reabilitação.

IGREJA PAROQUIAL DE NOSSA SENHORA DA MISERICÓRDIA DE BELAS

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A fundação da igreja de Nossa Senhora da Misericórdia de Belas remonta aos alvores da nacionalidade. O documento mais antigo que se conhece, atualmente na Torre do Tombo, data de 1220 e é uma inquirição de bens do Mosteiro de São Vicente.

Datado de 4 de maio de 1365 há conhecimento de um documento de quitação de um foro à igreja de Santa Maria de Belas. Só a partir de 1583, os documentos do registo paroquial, se referem à freguesia como de Nossa Senhora da Misericórdia de Belas. Uma das principais e provavelmente a primeira grande campanha de que a estrutura foi alvo terá sido efetuada no século XVI.

IGREJA DE NOSSA SENHORA DA PURIFICAÇÃO (MONTELAVAR)

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A igreja de Montelavar é uma característica edificação religiosa do termo de Lisboa e um dos muitos exemplos que provam o dinamismo da imensa região rural em torno da capital pelas primeiras décadas do século XVI. Com efeito, e à semelhança de um considerável número de igrejas da zona, a paroquial de Montelavar teve uma primeira campanha construtiva manuelina, a que se seguiram diversos melhoramentos e reformulações ao longo dos dois séculos seguintes.

No final do século XVII e inícios do seguinte, aproveitando um outro momento de grande desenvolvimento do reino, o templo foi objeto de uma grande campanha de obras, responsável, em termos gerais, pelo atual aspeto do conjunto. Sem registo de obras assinaláveis aquando do terramoto de 1755, esta igreja prova ter sido uma obra de qualidade arquitetónica acima da média, a ponto de não ser também intervencionada no século XVIII. Os primeiros trabalhos de restauro de que temos conhecimento aconteceram a partir de 1813, data em que se colocou o relógio circular na torre sineira.

SOCIEDADE FILARMÓNICA UNIÃO ASSAFORENSE

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A banda da Sociedade Filarmónica União Assaforense iniciou a sua atividade no ano de 1942. Quando se exibiu pela primeira vez tinha 26 membros com idades compreendidas entre 8 e os 35 anos, dois dos quais ainda se mantêm. Tem tido inúmeras atuações de norte a sul de Portugal, em desfiles, festas populares, encontros, festivais, etc. Tem atualmente, cerca de 60membros, sendo a maior parte oriundos da escola de música da coletividade. É uma banda com reportório variado e para todos os gostos, que vai desde as peças mais clássicas às rapsódias, passando pelas marchas de concerto, entre outras. Em 2020, ao comemorar 60 anos foi lançado o seu primeiro CD.