Sob o signo do Reencontro

A realização do 55º Festival de Sintra, sob o signo do “Reencontro”, adquire um particular simbolismo e significado.

Não apenas pelo contexto em que vivemos, que tanto fez vacilar as nossas certezas e aquilo que dávamos por adquirido, obrigando a confrontar-nos, olhos nos olhos, com a imensidão da nossa pequenez e com o gigantismo das nossas vulnerabilidades.

Porque a Arte celebra a Vida

“…a arte existe porque a vida não basta” …, escreveu Fernando Pessoa. Esta frase, amplamente divulgada pelo poeta brasileiro Ferreira Gullar, faz ainda mais sentido neste período de restrições ao convívio e à socialização que atravessámos.


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Sob o signo do Reencontro

A realização do 55º Festival de Sintra, sob o signo do “Reencontro”, adquire um particular simbolismo e significado.

Não apenas pelo contexto em que vivemos, que tanto fez vacilar as nossas certezas e aquilo que dávamos por adquirido, obrigando a confrontar-nos, olhos nos olhos, com a imensidão da nossa pequenez e com o gigantismo das nossas vulnerabilidades.

Porque a Arte celebra a Vida

“…a arte existe porque a vida não basta” …, escreveu Fernando Pessoa. Esta frase, amplamente divulgada pelo poeta brasileiro Ferreira Gullar, faz ainda mais sentido neste período de restrições ao convívio e à socialização que atravessámos.


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