Orquestra e Coro Gulbenkyan | Festival de Sintra
Orquestra e Coro Gulbenkian, Festival de Sintra, Sintra, Patrycja Gabrel, soprano, Cátia Moreso, meio soprano, Paula Lobo Antunes, Luis Madureira
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Sonho de Uma Noite de Verão

Em 1809 – ano do nascimento de Felix Mendelssohn - o poeta britânico Lord Byron visitava Sintra. Tocado pelo espírito do lugar, escreveria:

«! Cintra’s glorious Eden intervenes/In variegated maze of mount and glen. -Ah me! What hand can pencil guide, or pen, To follow half on which the eye dilates, Trough views more dazzling unto mortal ken Than those whereof such things the bard relates, Who to the awe-struck world unlock’d Elysium’s gates.».

Mais de 200 anos depois, Sintra ainda preserva a característica de floresta encantada que podíamos facilmente imaginar habitada por elfos e fadas… Por essa razão, Sonho de uma noite de Verão - inspirado na obra homónima de Shakespeare - integra-se na perfeição na alma desta terra cantada por Byron. Num concerto que se quer mágico, esta obra de Félix Mendelssohn será interpretada pelo coro e orquestra da Gulbenkian. E que melhor sala para a acolher do que a do teatro cujo nome evoca a Marquesa de Cadaval, a fada benfazeja que, durante décadas acarinhou e protegeu a Música em Sintra?

Sonho de Uma Noite de Verão
Em 1809 – ano do nascimento de Felix Mendelssohn – o poeta britânico Lord Byron visitava Sintra. Tocado pelo espírito do lugar, escreveria:

«! Cintra’s glorious Eden intervenes/In variegated maze of mount and glen.
-Ah me! What hand can pencil guide, or pen,
To follow half on which the eye dilates,
Trough views more dazzling unto mortal ken
Than those whereof such things the bard relates,
Who to the awe-struck world unlock’d Elysium’s gates.».

Mais de 200 anos depois, Sintra ainda preserva a característica de floresta encantada que podíamos facilmente imaginar habitada por elfos e fadas…

Por essa razão, Sonho de uma noite de Verão – inspirado na obra homónima de Shakespeare – integra-se na perfeição na alma desta terra cantada por Byron. Num concerto que se quer mágico, esta obra de Félix Mendelssohn será interpretada pelo coro e orquestra da Gulbenkian.

E que melhor sala para a acolher do que a do teatro cujo nome evoca a Marquesa de Cadaval, a fada benfazeja que, durante décadas acarinhou e protegeu a Música em Sintra?

Orquestra e Coro Gulbenkian

Maestro Michael Zilm

Patrycja Gabrel, soprano

Cátia Moreso, meio soprano

Paula Lobo Antunes e Luis Madureira, narradores

Franz Schubert
Rosamunde, D. 797, música incidental (excertos)


Felix Mendelssohn
Sonho de Uma Noite de Verão

  • Abertura op.21
  • Música incidental op.61

Orquestra Gulbenkian

Foi em 1962 que a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu estabelecer um agrupamento orquestral permanente, no início constituído apenas por doze elementos (Cordas e Baixo Contínuo), originalmente designada por Orquestra de Câmara Gulbenkian.

Esta formação foi sendo progressivamente alargada, contando hoje a Orquestra Gulbenkian (denominação adoptada desde 1971) com um efetivo de 66 instrumentistas, que pode ser pontualmente expandido de acordo com as exigências dos programas executados.

Coro Gulbenkian

Fundado em 1964, o Coro Gulbenkian conta presentemente com uma formação sinfónica de cerca de cem cantores, atuando igualmente em grupos vocais mais reduzidos, conforme a natureza das obras a executar.

Assim, o Coro Gulbenkian apresenta-se tanto como grupo a cappella, interpretando a polifonia portuguesa ou estrangeira dos séculos XVI e XVII, como em colaboração com a Orquestra Gulbenkian ou outros agrupamentos, para a execução de obras coral sinfónicas do repertório clássico, romântico ou contemporâneo.

Na música do século XX, campo em que é particularmente conhecido, tem interpretado, frequentemente em estreia absoluta, inúmeras obras contemporâneas de compositores portugueses e estrangeiros. Tem sido igualmente convidado para colaborar com as mais prestigiadas orquestras mundiais, entre as quais a Philharmonia de Londres, a Freiburg Barockorchester, a Orquestra Sinfónica de São Francisco, Orquestra do Século XVIII, a Filarmónica de Berlim, a Sinfónica de Baden Baden, a Sinfónica de Viena, a Sinfónica do Norte da Alemanha, a Filarmónica Checa, a Filarmónica de Estrasburgo, a Filarmónica de Montecarlo, a Orquestra do Concertgebouw de Amesterdão e a Orquestra Nacional de Lyon, ao lado das quais foi dirigido por figuras como Claudio Abbado, Colin Davis, Emmanuel Krivine, Esa-Pekka Salonen, Frans Brüggen, Franz Welser Möst, Gerd Albrecht, Michael Gielen, Michael Tilson Thomas, Rafael Frübeck de Burgos, René Jacobs e Theodor GuschIbauer.

Para além da sua apresentação regular na temporada Gulbenkian Música, em Lisboa, e das suas digressões em Portugal, o Coro Gulbenkian tem atuado em numerosos países em todo o mundo, entre os quais Alemanha, Argentina, Bélgica, Brasil, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos da América, França, Holanda, Hungria, Índia, Inglaterra, Iraque, Israel, Itália, Japão, Macau (quando sob administração portuguesa), Malta, Mónaco, Reino Unido e Uruguai.

Em 1992 uma digressão em várias cidades da Holanda e da Alemanha com a Orquestra do Século XVIII deu origem à gravação ao vivo da Nona Sinfonia de Beethoven, que foi incluída na edição integral das sinfonias de Beethoven que Frans Brüggen realizou para a Philips com aquela orquestra. Seria o início de uma estreita colaboração entre os dois agrupamentos, com diversas digressões conjuntas e atuações na Alemanha, França, Inglaterra, Itália, Holanda, Japão e China (Hong Kong), onde aliás colaborou igualmente com a Orquestra Filarmónica local.

O Coro Gulbenkian tem participado em alguns importantes festivais internacionais, salientando-se as suas atuações no Festival Eurotop (Amsterdão), no Festival Veneto (Pádua e Verona), no City of London Festival, no Festival Internacional de Música de Granada e no Hong Kong Arts Festival, entre outros. Na temporada 2010/11 o Coro Gulbenkian realizou uma digressão internacional da ópera Così fan tutte de Mozart com a Orquestra Barroca de Freiburgo, sob a direção de René Jacobs, tendo atuado em Bruxelas (Palais des Beaux Arts), em Lisboa (Grande Auditório Gulbenkian) e em Paris (Salle Pleyel), com expressiva aclamação por parte do público e da crítica. Em janeiro de 2011 atuou com a Orquestra Gulbenkian, dirigida por Esa-Pekka Salonen, numa produção multimédia da ópera Da Casa dos Mortos de Leos Janácek. Em fevereiro 2011 apresentou-se em Londres, no Royal Festival Hall, com a Philharmonia de Londres, dirigida por Esa-Pekka Salonen, interpretando a Cantata Profana de Bela Bartók, no âmbito do ciclo anual dedicado à música de Bartók levado a cabo por aquela orquestra.
A discografia do Coro Gulbenkian está representada nas editoras Philips, Archiv / Deutsche Grammophon, Erato, Cascavelle, Musifrance, FNAC Music e Aria Music, tendo ao longo dos anos registado um repertório diversificado, com particular incidência na música portuguesa dos séculos XVI a XX.

Algumas destas gravações receberam prémios internacionais, tais como o Prémio Berlioz, da Academia Nacional Francesa do Disco Lírico, o «Grand Prix International du Disque», da Academia Charles Cros, e o «Orphée d’Or», entre outros. Por ocasião do cinquentenário da morte de Luís de Freitas Branco, assinalado em 2005, o Coro Gulbenkian gravou a primeira integral dos Madrigais Camonianos do compositor. Em 2006 gravou para a editora Portugaler um disco de obras a cappella de Pero de Gambôa e Lourenço Ribeiro e outro CD de Vilancicos Negros do Século XVII, de Santa Cruz de Coimbra. Em 2010 gravou para DVD a Missa Solemnis de Beethoven, com a Orquestra de Câmara da Europa, dirigida por John Nelson, tendo esta atuação sido transmitida em direto pela plataforma audiovisual. (www.medici.tv)

Desde 1969, Michel Corboz é o Maestro Titular do Coro, sendo atualmente as funções de Maestro Adjunto desempenhadas por Jorge Matta.

MICHAEL ZILM

Nasceu em Estugarda, em 1957. Descendente de uma família de músicos, começou a estudar violino aos seis anos de idade. Mais tarde frequentou as classes de violino e de viola da Escola Superior de Música da sua cidade natal. Em 1979 entrou para a classe de direção de orquestra de Thomas Ungar. Estudou com Milan Horvat na Academia de Verão do Mozarteum de Salzburgo e com Franco Ferrara, Bruno Bartoletti e Carlo Maria Giulini na Academia Chigiana de Siena. A partir de 1979 manteve um contacto estreito com o maestro Herbert von Karajan.

Trabalhou como assistente musical deste maestro nas produções de Aida, Parsifal e Falstaff, realizadas nos festivais de verão e da Páscoa de Salzburgo e posteriormente gravadas em disco, em Berlim e Viena. Estreou-se como maestro em 1979, em Estugarda, na realização de um programa integralmente preenchido com obras de Webern. Dedicando-se sobretudo ao repertório do século XX, dirige desde 1986 o agrupamento Nova Música. Nesse mesmo ano, assumiu funções docentes na Escola Superior de Música de Estugarda. Como maestro já trabalhou com algumas das principais orquestras europeias, nomeadamente na realização de programas de concerto pouco comuns: Orquestra Sinfónica de Berlim, Orquestra da RAI (Turim), Orquestra de Paris, Orquestra Sinfónica da Rádio de Colónia, Orquestra da Radiodifusão de Saarlande e o agrupamento Ensemble Modern.

Apresentou-se, entre outros, nos festivais de Metz, Frankfurt, Siena, Leipzig e Varsóvia. Michael Zilm já foi galardoado em vários concursos internacionais: 4. º Prémio no Concurso Malko, em Copenhaga; 2. º Prémio no Concurso César Cui, em Florença; 1. º Prémio no Concurso Vuillermoz, em Besançon (1983); e 1. º Prémio no Concurso Fiterlberg, em Katovice (1987). Desde a temporada de 1991-92, desempenha as funções de Diretor Geral de Música e Teatro e de Maestro Titular da Norddeutsche Philharmonie, na cidade de Rostock. No exercício destas funções é responsável pela programação dos concertos e espetáculos de ópera, tendo realizado um ciclo com a obra integral de Gustav Mahler. Sob a sua orientação a Norddeutsche Philharmonie apresenta um ciclo anual de concertos dedicado a cada um dos compositores clássicos do século XX, incluindo Béla Bartók, Alban Berg, Leoš Janáček e Arnold Schönberg.

A conceção destes programas valeu-lhe o prémio para a melhor programação de concertos na Alemanha. A partir de 1989 manteve uma colaboração estreita com a Orquestra Gulbenkian, apresentando principalmente obras do repertório sinfónico germânico. Foi maestro Convidado Principal desta mesma orquestra de 1994 a 2001. Desde a temporada 2005/2006 mantém uma colaboração regular com a Orquestra Metropolitana De Lisboa.

Patrycja Gabrel

É licenciada em canto e piano (Conservatório de Música Fryderyk Chopin em Varsóvia, Escuela Superior Reina Sofia em Madrid, sob orientação do professor Tom Krause).Teve ainda oportunidade de participar em masterclasses com Riri Griest, Charles Kellis , Anita Garanca e Helmut Deutsch. Foi vencedora do prémio
“Alfredo Krause” Melhor Jovem Musico em Madrid, e também do prémio da competição “Arte da Canção Polaca” (Radio Classica). Foi bolseira da Fundação Gulbenkian para projetos ENOA e também membro do Coro entre 2010-2014.Atualmente continua o seu aperfeiçoamento vocal com a professora Joana Siqueira.Patrycja participou em vários festivais como o Festival d’Aix-en-Provence (“Elektra” do Strauss), Flagey Brahms Festival em Bruxelas, Festival do Órgão de Madeira. Integra regularmente prestigiados agrupamentos nacionais, como grupo Vocal Olissipo,Capella Patriarchal e Ludovice Ensamble.

Cantou com a Orquestra do Norte (“Il Mondo de la Luna” de Avondano), Orquestra Metropolitana (Mahler Quarta Sinfonia, Ruckert Lieder) Orquestra de Câmara Portuguesa (Missa em Do Maior op.86) Orquestra ESML (Oratória sacra “Ester”- papel Ester) Orquestra da Filarmonia de Varsóvia e também com a Orquestra Gulbenkian tanto no domínio da Oratória (“Dixit Dominus” de Haendel, Missa de Stravinsky, Missa de Giovanni Giorgi, Motete “Exultate Jubilate” de Mozart, “Vesperas” de Monteverdi) como outro repertorio (Suite
“Peer Gynt”de Grieg, “Pulcinella” de Stravinsky, Duetos de Broadway com a Mezzo-soprano Angelika Kirschlager, “Momente” do Stockhausen).

Como solista cantou ainda sob a direção de Michel Corboz, Paul McCreesh,
Leonardo Garcia Alarcon, Lawrence Foster, Jean-Marc Burfin, Osvaldo Ferreira, Jorge Matta, Joana Carneiro e Jan Wierzba.

Em 2015 gravou o papel da Mére na estreia da Opera “L’Autre Hiver” de Dominique Pauwels. O seu repertorio operático inclui papeis como Tatiana (“Onegin” de Tchaikovsky), Violetta (“La Traviata” de Verdi), Rainha da
Noite (“Flauta Magica” de Mozart), Condessa( “As bodas de Figaro” de Mozart).

Cátia Moreso

Cátia Moreso estudou na Guildhall School of Music and Drama, em Londres, onde obteve a licenciatura em canto e o grau de Mestre (Curso de Ópera). Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, estudou no National Opera Studio com Susan Waters.

O seu repertório de ópera inclui: Jocasta em Oedipus Rex, La ciesca em Gianni Schicchi, 3rd Magd em Elektra, Ježibaba em Rusalka, Suzuki em Madame Butterfly, Mother Goose em The Rake’s Progress, Tisbe em La Cenerentola, Eva em Comedie on the Bridge, Clotilde em Norma, 2ª Bruxa e Espírito, em Dido e Eneias, Maddalena e Giovanna em Rigoletto, Mezzo em Lady Sarashina de Peter Eötvos, Eboli em Don Carlo e La cieca em La Gioconda, Giano em Il Trionfo d’Amore, Dianora e Elisa em La Spinalba de Almeida; Hanna Wilson/Tracy em The Losers de Richard Wargo, 3ª Dama em A Flauta Mágica, Baronesa em Chérubin, Madame de Croissy e Mère Jeanne em Dialogues des Carmélites; Zanetto na ópera homónima de Mascagni, Carmella em La vida breve de Falla (Tanglewood); Marcellina, em Le Nozze di Figaro, Carmen, Santuzza em Cavalleria Rusticana , Mrs. Quickly em Falstaff.

Em concerto foi solista em Requiem de Verdi, Duruflé, Mozart e Bomtempo, Nelson Mass de Haydn, Gloria e Magnificat de Vivaldi, Stabat Mater e Magnificat de Pergolesi, Magnificat, Oratorio de Natal e Páscoa e Paixão segundo São João de Bach. Stabat Mater e Petite Messe Solennelle de Rossini, Mass No. 3 e Te Deum de Bruckner, 2nd harlot Solomon de Händel, Elijah de Mendelssohn, St. Paul de Mendelssohn, Messias e Te Deum de Händel, Te Deum de Zelenka e Nona Sinfonia de Beethoven.

Paula Lobo Antunes

Paula Lobo Antunes viveu até aos cinco anos em Nova Iorque, idade em que chegou a Portugal. Após terminar o curso de Biologia Médica em Edimburgo, decidiu seguir a sua paixão pela representação e mudou-se para Londres a fim de estudar na Universidade de Teatro Arts Ed, onde tirou o curso.

Em 2005 estreou-se como atriz na novela brasileira a Escrava Isaura, e desde então tem vindo a somar projetos. Dos vários elencos que integrou, salientam-se as séries “Equador”, “Pais Irmão” e as novelas “Flor do Mar” e “Mulheres”.

No cinema e teatro são também vários os projetos que Paula integrou, como os filmes “Corrupção” de João Botelho, “Jacinta” de Jorge Paixão da Costa, ou a peça “MacBeth” encenado pelo Carlos Avillez e até “Romeu e Julieta”, no Studio Theatre de Londres.
Atualmente Paula Lobo Antunes é a antagonista Aurora, na novela da SIC “Vidas Opostas”.

Luís Madureira

Diplomado com o Curso Superior de Canto de Concerto do Conservatório Nacional, na classe da Professora Joana Silva, continuou os seus estudos em Londres com o Professor Peter Harrison, como bolseiro da Secretaria de Estado da Cultura.

É licenciado em Música/Canto pela Escola Superior de Música de Lisboa (ESML). É detentor do Título de Especialista atribuído pelo Instituto Politécnico de Lisboa (IPL), em 2014.

Divide a sua atividade entre o ensino, o canto, o teatro e o cinema.
Professor de Canto na ESML, orienta frequentemente seminários de voz e elocução nas mais prestigiadas companhias de teatro.

O seu repertório abrange música barroca, lied e mélodie, bem como um grande número de compositores dos séculos XX e XXI.

Apresentou-se como solista e em recital em Portugal, França, Suíça, Alemanha, Inglaterra, Estados Unidos da América, Brasil e Moçambique, com os pianistas Olga Prats, Jorge Moyano, Nuno Vieira de Almeida, João Paulo Santos, João Vasco de Almeida e Jeff Cohen, entre outros.

No teatro trabalhou com Nuno Carinhas, Carlos Quevedo, Filipe La Féria, Ana Támen, Ricardo Pais, Luís Miguel Cintra, Giorgio Barberio Corsetti, Cornelia Geiser, Fernanda Lapa, Sandra Faleiro e, com Bento Pinto da França, em produções para a televisão.

No cinema, foi dirigido por Monique Rutler, Joel Farga, Manoel de Oliveira e Ruy Guerra.

Foi consultor artístico do Estúdio de Ópera do Porto da Casa da Música (2001) e programador da área da música de Faro, Capital Nacional da Cultura 2005.
Desenvolve um trabalho continuado com o pianista Jeff Cohen.