Carta Branca a ADRIANO JORDÃO | Festival de Sintra
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O pianista Adriano Jordão tem nesta edição do "Festival Internacional de Sintra" Carta Branca para programar dois concertos, como homenagem de Sintra ao trabalho desenvolvido pela sua direção artística das ultimas edições do Festival.

Será acompanhado pela Orquestra Clássica do Centro num programa inteiramente dedicado ao genial compositor, introdutor do romantismo musical e contemporâneo de Lord Byron e William Beckford, grandes divulgadores da magia de Sintra na literatura inglesa.

O pianista Adriano Jordão tem nesta edição do Festival Internacional de Sintra Carta Branca para programar dois concertos, como homenagem de Sintra ao trabalho desenvolvido pela sua direção artística das ultimas edições do Festival.

Será acompanhado pela Orquestra Clássica do Centro num programa inteiramente dedicado ao genial compositor, introdutor do romantismo musical e contemporâneo de Lord Byron e William Beckford, grandes divulgadores da magia de Sintra na literatura inglesa.

Carta Branca a ADRIANO JORDÃO

Adriano Jordão, piano

Orquestra Clássica do Centro

Maestro José Eduardo Gomes

 L. van Beethoven

  • Sinfonia nº 1 em Dó Maior op. 21
  • Concerto nº 1 em Dó Maior op.15 para piano e orquestra

ADRIANO JORDÃO

O pianista Adriano Jordão nasceu em Angola em 1946.

Estudou em Portugal com Helena Sá e Costa e outros professores. Em 1967 a Fundação Calouste Gulbenkian ofereceu-lhe uma bolsa que lhe permitiu fazer um ano de estudos avançados nos Estados Unidos da América. Em 1969, depois de ter completado o curso superior no Conservatório Nacional de Lisboa, com a maior distinção, na classe da professora Helena Matos, continuou os seus estudos em Paris, sob a orientação de Yvonne Lefébure.

Ganhou numerosos prémios em competições nacionais e internacionais tendo especial destaque o 1º Lugar no Concurso Internacional de Debussy, em França.
A carreira artística de Adriano Jordão levou-o a apresentar-se por toda a Europa, América do Norte e do Sul, bem como em África e na Ásia.

Depois da sua estreia na América do Norte, com a Kingsport Symphony, no Tennessee , atuou em São Francisco, Washington, Boston e em Nova Iorque, no prestigiado Lincoln Center com a New Orchestra of Boston sob a direção de David Epstein e também no Carnegie Hall, também em Nova Iorque, com a Queen’s Symphony Orchestra sob a direção de John Neschling; ainda no continente norte-americano deu vários concertos no Canadá.

Os seus concertos no Brasil, nas mais importantes salas de espetáculos, bem como no México, Venezuela, Paraguai, em África (Cabo Verde, Senegal, Angola e Moçambique) e na Ásia (Índia, Tailândia, China, Coreia e Japão) alcançaram grande sucesso de crítica e de público.
Adriano Jordão também se apresentou, para além de Portugal, em Espanha, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Itália, Áustria, Finlândia, Rússia, Bielorrússia, Ucrânia, Republica Checa, Eslováquia, Hungria, Roménia, Grécia e Turquia.
Colaborou com os mais importantes maestros portugueses e estrangeiros, destacando-se Alain Lombard, Sandor Végh, Claudio Scimone, Van Remoortel, Richard Treiber, Christian Mandeal, Horia Andreescu, David Epstein, Peter Feranec, Nicholas Kremmer, Nicholas Braithwake , e também com os maestros Chineses Muhai Tang, Yuan Fang e Chen Zou Huang.

Adriano Jordão é um apaixonado pela voz humana, colaborou com grandes estrelas mundiais do canto como Ileana Cotrubas, Peter Schreier, Teresa Berganza, Katia Ricciarelli, Julia Hamari, Lella Cuberli e Alfredo Kraus.

Foi o fundador e diretor artístico do Festival Internacional de Música de Macau nos seus primeiros cinco anos, também foi diretor artístico do festival da Casa de Mateus e do Festival dos Açores durante seis edições bem como do Festival de Música de Sintra em 2015, 2016 e 2017.

De 2004 a 2011 foi Adido Cultural de Portugal em Brasília, no Brasil, e recentemente de 2013 a abril de 2016, foi vogal do Conselho de Administração do Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa.

Deslocou-se em outubro de 2016 a Macau, onde esteve a convite do Governo de Macau para participar na XXX edição do Festival Internacional de Música de Macau, festival que fundou em 1986; iniciou com este recital as comemorações dos seus cinquenta anos de carreira artística.

Em 2017 apresentou-se em recital e com orquestra na Tailândia, tocou ainda em Marrocos, no Brasil e em Istambul a convite das Nações Unidas comemorando o Dia Internacional da Mulher. Também neste ano realizou uma digressão com o Quarteto Arabesco por várias cidades do nosso país.

Ainda em 2017, em Portugal, realizou uma importante digressão com o Coro Gulbenkian, onde tocou como solista na Petite Messe Solennelle de Rossini, dirigido pelo maestro Michel Corboz.

Tem o curso superior de Direito, pela Universidade de Lisboa; foi agraciado com o título de Oficial da Ordem das Artes e das Letras pelo Governo Francês, com a Medalha de Mérito da Ordem Soberana de Malta e entre outras distinções, recebeu muito recentemente o título de Cidadão Honorário de Brasília.

É atualmente e desde a sua fundação, o diretor Artístico do Festival de Música de Mafra “Filipe de Sousa”.

Orquestra Clássica do Centro

A Orquestra Clássica do Centro conta em 2018 com 17 anos de atividade ininterrupta.

Fomentar a cultura musical, dimensionar a vertente pedagógica e conferir apetência para ouvir e apreciar música erudita, continuam a ser os objetivos deste projeto.

Enquanto associação, a Orquestra Clássica do Centro tem a responsabilidade de gestão cultural do Pavilhão Centro de Portugal em Coimbra (local da sede da Orquestra). Esta associação está abrangida pela Lei do Mecenato Cultural (atual Estatuto dos Benefícios Fiscais).

A associação realiza concertos com a orquestra na sua formação clássica, mas também com dimensão sinfónica além de duos, trios, quartetos, quintetos ou outras formações de câmara. Para além dos concertos que constituem naturalmente a nossa atividade principal, organiza concursos, conferências, prémios, edições, workshops, masterclasses ou festivais (entre muitas outras atividades).

Alguns destaques da sua atividade mais recente: em 2014, deslocou-se a Cabo Verde, a convite do Ministro da Cultura de Cabo Verde Mário Lúcio de Sousa que declarou a Orquestra, além de “fundadora da Orquestra Nacional de Cabo Verde”, como sendo parte integrante desta, tendo estado presente em 2016 na cerimónia de inauguração do Museu do Tarrafal. Destaca as “pontes” construídas com Alemanha, Itália, Guiné, Noruega ou Brasil.

Em 2017 participou nas cerimónias dos dias 12 e 13 de maio de 2017 no Santuário de Fátima, aquando da visita do Papa Francisco, nos concertos nos Coliseus de Lisboa e Porto com Jorge Palma e direção de Rui Massena, no encerramento do EUROSAX, Porto, na Casa da Música em Festivais como o Internacional de piano de Portimão, o Festival das Artes ou o Festival de Sintra.

As atividades pedagógicas marcam também a sua atividade anual (desenvolvida com escolas e Instituições Particulares de Solidariedade Social), além da criação de prémios como o “ Prémio anual de composição Francisco Martins” e a edição regular de CD´s e livros. A Orquestra Clássica do Centro conta com o apoio Institucional da Câmara Municipal de Coimbra e o apoio da Dgartes.

Tem protocolos assinados com várias Câmaras Municipais, Escolas de Música e outras Instituições como sejam a Universidade de Coimbra, o IPC, o ISCAC, ESART.

Tem como media partners o Diário As Beiras, Diário de Coimbra, Noticias de Coimbra, RTP e Antena 1 e tem como Mecenas principal a EFAPEL. Conta com o apoio pontual de empresas como a ASCENDUM, PLURAL ou Bluepharma. Em fevereiro de 2016, além da sua direção artística geral, apresentou a direção artística estratégica de que fazem parte nomes como Vasco Martins, Luís Tinoco, Mário Alves, Marina Pacheco ou Andrew Swinnertoon. Tem como maestro titular José Eduardo Gomes.