Concerto Promenade | Festival de Sintra
Olga Prats, Festival de Sintra, Sintra, Palácio Nacional de Queluz, artistas, música clássica, concerto, piano, pianista, fado, tango, Fados e Tangos
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27 de maio de 2017- 21h30

CONCERTO PROMENADE

LARGO PALÁCIO NACIONAL DE QUELUZ

Banda Sinfónica do Exército –
Maestro Artur Duarte Cardoso
Coro Sinfónico Lisboa Cantat –
Maestro Jorge Alves
Pedro Rodrigues
Carla Simões
Diogo Oliveira

Concerto Promenade foi um conceito desenvolvido pelo britânico Sir Henry Wood, baseado na informalidade, nomeadamente na possibilidade do público “se promener” durante o concerto com programas de grande apelo popular.
É o que se proporciona no terreiro do Palácio de Queluz, onde desde a Abertura Festiva de Schostalovitch, à Abertura 1812 de Tchaikovsky, passaremos pelas mais famosas árias e coros de ópera pela soprano Carla Simões, o tenor Pedro Rodrigues, o barítono Diogo Oliveira, o Coro Lisboa Cantat e a Banda Sinfónica do Exército.

Ver & Ouvir

Banda Sinfónica do Exército

Herdeira das mais antigas tradições musicais do Exército Português, nomeadamente através das históricas Banda de Infantaria 1 e Banda de Caçadores 5, é instituída em 1988 a Banda Sinfónica do Exército.
Banda representativa do Exército, compreende instrumentistas de sopro, cordas e percussão com um quantitativo de cerca de 80 elementos, constituindo-se para além da Banda Militar, um Grupo de Música de Câmara, um Quinteto de Metais e um Quarteto de Saxofones.
Agregada ao Regimento de Artilharia Antiaérea Nº1 (Queluz) para efeitos de apoio administrativo e logístico, toda a sua atividade está na dependência da Direção de Serviços de Pessoal, através da Repartição de Bandas e Fanfarras do Exército.
A renovação do seu efetivo é feita periodicamente através de concursos públicos, sendo as escolas de música civis, o seu principal viveiro. Funciona como Escola Prática de Música do Exército, ministrando cursos e estágios que visam essencialmente a formação e aperfeiçoamento dos militares músicos e clarins do Exército.
Depois de uma participação intensa nas cerimónias militares ou de protocolo de Estado, a Banda Sinfónica do Exército, representa o Exército em Festivais quer no país e no estrangeiro, exibindo-se isolada ou em conjunto com outras bandas congéneres.
Inserindo as suas atuações no âmbito das atividades culturais e recreativas ou de divulgação do Exército, colabora com as autoridades e organismos civis na realização de concertos musicais.

ARTUR DUARTE CARDOSO

Maestro

Obteve o Mestrado em Música no ramo de Direção de Orquestra de Sopros no Instituto Piaget de Viseu na classe do Maestro Paulo Martins, Licenciatura em Direção de Orquestra de Sopros na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe dos Maestros Alberto Roque, Vasco Pearce Azevedo e Paulo Lourenço, e Licenciatura em Direção de Orquestra pela Academia Militar. Fez diversos Master-class em Direção Musical de Banda e Orquestra com os Maestros.

Ingressou na Banda da Região Militar do Norte no ano de 1997, sendo posteriormente admitido no 28º Curso de Formação de Sargentos do Exército tendo obtido o prémio para o 1ºclassificado do Serviço de Música. Findo o curso é colocado na Banda Militar dos Açores passando posteriormente pela Banda Militar do Porto e Évora. Mais tarde é admitido na Academia Militar onde frequentou o Curso de Oficiais Chefes de Bandas de Música.

Foi Diretor Artístico da Banda Triunfo (Ribeira Grande, Açores), Banda Musical União dos Amigos (Ponta Delgada, Açores), Banda do Senhor Santíssimo Salvador do Mundo (Ribeirinha, Açores), Orquestra Ligeira de Vilela (Vilela, Paredes) e da Banda de Música da Casa do Povo de Moreira Lima.

Atualmente é o chefe titular da Orquestra Ligeira do Exército e da Banda Sinfónica do Exército. É membro da WASBE (World Association for Symphonic Bands and Ensembles).

Coro Sinfónico Lisboa Cantat

O Coro Sinfónico Lisboa Cantat (C.S.L.C.) iniciou as suas atividades no ano de 1977 e é um dos agrupamentos da Associação Musical Lisboa Cantat. É um coro amador e conta atualmente com cerca de 80 elementos na sua formação principal, sendo alguns dos seus elementos oriundos de escolas de música como o Conservatório Nacional, Academia de Amadores de Música e Instituto Gregoriano de Lisboa. Tem contribuído para a divulgação da música erudita portuguesa estreando regularmente obras de compositores portugueses contemporâneos. Foi coro associado da temporada 2010/2011 do CCB. É de destacar também a parceria que mantém com a Orquestra Metropolitana de Lisboa desde 1999.

Jorge Alves

Maestro

Fez os seus estudos de Direcção Coral no Instituto Gregoriano de Lisboa e na Escola Superior de Música de Lisboa. Frequentou diversos cursos de Direcção Coral e Técnica Vocal em Portugal e no estrangeiro.

Como cantor (Tenor), foi membro reforço do Coro do T.N. de S. Carlos de 1984 a 1988 ano em que ingressa no Coro da Fundação Calouste Gulbenkian. De 1993 a 1996 colabora com o Coro Gregoriano de Lisboa e em 1998 integra grupo vocal masculino Tetvocal, realizando concertos em Portugal e digressões internacionais.

Iniciou a carreira como Diretor Coral com o Coro de Câmara Syntagma Musicum, com o qual obteve o 1º prémio no concurso “Novos Valores da Cultura – Música Coral“, em 1988, atribuído pela S.E.C. A sua atividade enquanto Maestro desenvolve-se atualmente com grupos em Portugal e no estrangeiro, dirigiu o Coro da Universidade Católica e Técnica de Lisboa e o Coro do T.N. S. Carlos.

Dirige em estreia nacional “Misa Cubana” e “Cantata para un Silencio” entre muitas obras de compositores Portugueses contemporâneos.

Participa como cantor e maestro em dezenas de gravações discográficas estando desde 2007 a gravar a obra integral para coro “a capella” de Fernando Lopes Graça e de compositores portugueses contemporâneos.

Colabora regularmente em estágios corais para jovens em Portugal e no estrangeiro. Leccionou as disciplinas de Coro e Formação Musical. Desde 1986 é Diretor Artístico da Associação Musical Lisboa Cantat.”

Pedro Rodrigues

Tenor

Pedro Rodrigues nasceu em 1989, natural de Santa Maria de Lamas é licenciado em Enfermagem pela Escola Superior de Enfermagem da Cruz Vermelha Portuguesa e Licenciado em Música na Performance de Canto pela Universidade de Aveiro na classe da Professora Isabel Alcobia. Em 2015 deu início ao Mestrado em Performance de Canto nesta mesma Universidade. Como Solista tem interpretado obras das quais se destacam: L’enfance du Christ de Berlioz, Carmina Burana de Carl Orff, Fantasia Coral em Dó menor op.80 de Beethoven, Sinfonia nº 9 em Ré menor op.125, de Beethoven, Messe de Requiem op.48 de G. Fauré, Missa Brevis Kv 140 de Mozart, Petit Messe Solennelle de Rossini, Paixão Segundo S. Mateus de J.S Bach, Messa da Requiem de Verdi e Missa Solemnis de Beethoven. No ramo da Ópera tem participado em inúmeras produções nacionais quer internacionais. Em 2014 foi ainda premiado com o 3º Prémio no concurso Nacional de Canto de Ourém Fátima. Em 2015 foi Vencedor do 3º Prémio no Concurso Prémio Jovens Músicos Antena 2. Em Outubro de 2015 foi admitido na Academia de Bel Canto Rodolfo Celletti em Itália. Em Fevereiro de 2016 integrou a companhia da Nova Ópera de Lisboa. Recentemente foi Tamino na Ópera A Flauta Mágica de Mozart no Teatro Aveirense sob a Direcção do maestro Antonio Vassalo Lourenço.

Carla Simões

Soprano

Natural de Lisboa, Carla Simões estreou-se na Ópera como Pamina, em «A Flauta Mágica», e tem vindo a desenvolver um vasto repertório operático.
Sob a batuta de: António Pirolli, António Vassalo Lourenço, Armando Vidal, Cemi’i Can
Deliorman, Cesário Costa, Donato Renzetti, João Paulo Santos, Julia Jones, Marcos Magalhães, Martin Andre, Osvaldo Ferreira, Paulo Vassalo Lourenço, Pedro Neves, Rory McDonald, Rui Pinheiro e Tapio Tuomela, entre outros, tem trabalhado com agrupamentos musicais de referência, como a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Gulbenkian, ensemble «Os Músicos do Tejo», Orquestra Filarmonia das Beiras ou a OrquestrUtópica, e apresentou-se como solista nos mais prestigiados palcos nacionais, como o Teatro Nacional de S. Carlos, S. Luiz – Teatro Municipal, Teatro Nacional de S. João, Grande Auditório do CCB ou o Grande Auditório da FCG, e em diversos Festivais Culturais nacionais e internacionais.
Do seu repertório de Concerto e Oratória destacam-se: «Gloria» (Vivaldi), «Magnificat» (Bach), «Hymno Lusitano» (Bomtempo), «Ode para o dia de Santa Cecília» (Handel), «Lauda per la Nativitá del Signore» (Respighi), «Requiem Alemão» (Brahms), «Requiem» (Verdi), 9ª Sinfonia (Beethoven), «Catfish Row» (Gershwin) e «Op.8» (Schöenberg) e um alargado repertório de Canção e Lied abarcando diversos compositores e períodos musicais.
Recebeu o 2º Prémio Voz Feminina no Concurso Nacional de Canto Luísa Todi, em 2011.

DIOGO OLIVEIRA

Barítono

Licenciado em Engenharia da Linguagem e do Conhecimento pela Universidade de Lisboa.
Frequentou o Curso de Canto do Conservatório Nacional na classe de José Carlos Xavier. Participou em Cursos de aperfeiçoamentocom Sarah Walker, Rudolph Knoll, Low Siew-Tuan (2003 – 2005) e Ernesto Palácio (2009).
Em recital e oratória apresentou: Schwannengesang (Schubert) e Sea Pictures (Elgar), Die Schoepfung (Haidn), L’enfance du Christ(Berlioz), Missa Nelson (Haidn), Stabat Mater (Dvorak), Te Deum (Charpentier), Te Deum (Leal Moreira), In Terra Pax (Frank Martin) eCarmina Burana (Orff).
Desempenhou o papel de Phantom em Das Phantom der Oper em digressão pela Alemanha onde cantou em mais de 100 salas.
Em 2005 foi vencedor do primeiro prémio do Concurso Nacional de Canto Luísa Todi.
Estreou-se no papel de Marullo (Rigoletto).
Tem no seu curriculum a apresentação de diversas obras, de variados autores.
No Teatro Real de Madrid e no Auditório da Universidade Carlos III em Leganés desempenhou o papel de Malatesta (D. Pasquale).
Já cantou em todas as principais salas de Espetáculo Portuguesas incluindo São Carlos, Gulbenkian e CCB. Fora de Portugal, entreoutras salas, cantou no München Filarmonie, Teatro Real e Teatro del Canal, Woodhouse e Abbaye Royale de Fontevraud.